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Livro meta morfoses

dalila balekjian

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encomendas com postagem pelo Correio e depósito bancário de $25,00
 
 
    
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

o livro meta morfoses

 
  
                                                                                                       
                                                                                                     meta 
                         morfoses
 
 
 
lançado em 28 de maio de 2008 na Academia Brasileira de Letras
e em estande próprio na XIII Bienal do Livro  - Rio  
 
 
 
 dalila balekjian
 
 
  
 
 
dedico o meu  livro
às minhas filhas
razões do meu viver
 
 
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           >>>  AO ÍNDICE
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Referências

 
 
 O livro "  meta morfoses " está aqui resumido e foi lançado no dia 28 de maio de 2008 na Academia Brasileira de Letras e depois na XIII BIENAL DO LIVRO - Rio
O livro  "  meta morfoses "  é um livro de poemas contemporâneos cujos direitos autorais pertencem à dalila balekjian e todos os poemas  foram registrados  no EDA  e o livro no ISBN 
Obrigada a todos os visitaram , os que divulgarem copiando ou linkando ,  mas não se esqueçam de indicar a minha autoria .
 
dalila balekjian 
 
 
Comentários relevantes e publicações
 
 

escritora Stella Leonardos : presidente da Academia Carioca de Letras e secretária da UBE

“E inventam / ritmo /sons / são letras / com mãos / e pés /; olhos enfim...”

 

jornalista Selmo Vasconcellos , Momento Lítero Cultural:

“ parabéns pelo seu trabalho literário na Bienal ‘

 

escritor Edson Monteiro , presidente da Academia Pan Americana de Letras e Artes :

:parabéns , gostei mais do – o coleciomnador- identifiquei-me com ele “

 

jornalista Carlos Moraes Júnior , presidente do Clube do Leitor ;(após isto fui convidada para conselheira acadêmica desta entidade)

gostei do seu texto , é forte e conciso ‘”

 

Luiz Fernandes , editor do Correio de Poesia;

“ A palavra em dalila é a busca do sumo da autêntica  poesia

de suas emoções”

 

cronista Loysir Vareda , diretoria ADABL

“conjunto de temas de transformação . dalila, como sempre , se expressa de maneira sutil e objetiva “

 

escritora  Glenda  Maier editora de Vivências

“desejo que obtenha o sucesso que deseja e merece”

 

escritor Ari Lins Pedrosa , Coluna Notas Literárias

“”muitos abraços deste a partir de hoje , admirador da sua maravilhosa poesia”

 

Foi  publicado na coluna “ Diversos Cminhos “ pelo jornalista Zanoto

 

Foi  publicado na coluna “ Diversos Cminhos “ pelo jornalista Zanoto em janeiro 2008

 

 Foi publicada na coluna “ Diversos Caminhos “ pelo jornalista Zanoto em março de 2008

 

Foi publicado na Revisata do Clube doLeitor pelojornalista Carlos Moraes Júnior

 

Foi publicado (textos) na Revista Internética  “ João do Rio

 

Foi publicada na Revista Acadêmica pelo editor Reis de Souza em fevereiro

 

Foi publicada na Rvista Clube dos Escritores em janeiro 2008

 

 

 

 
 
 
prefácio
 
 
LIGEIRA PRELIMINAR

 Verso livre, destituído de exageros mas recendendo beleza e propriedade, como pregado desde o movimento modernista de 1922 –  marco divisório na evolução da cultura brasileira, superando antigas e balofas formas de escrever, somente vencidas pelos verdadeiros poetas.
Poetas, são todos os brasileiros, em cujas veias corre a ânsia da beleza e a extravasação de ideais capazes de nos colocar no topo das grandes culturas; infelizmente, porém, comportamo-nos como um povo avesso ao desenvolvimento cultural.  Não chegou ainda a hora de nossos governos entenderem que o apoio à cultura intelectual é pilar básico para a nossa evolução sócio-econômica e a nossa inclusão no chamado primeiro mundo, onde somente agora a China – civilização milenar – está, enfim, lutando pelo seu lugar.
Necessitamos ser nacionalistas e narcisos, no bom sentido; não podemos permanecer atrelados a velhas e gastas fórmulas vivencias.  A informática transformou o modo de viver da humanidade em todos os seus quadrantes e latitudes; a isso temos também de recorrer para conseguir o que sonhamos e almejamos: vamos completar ainda duzentos anos de vida como nação autônoma, tempo bastante curto para assegurar-nos posição pela falta de recursos e de meios indispensáveis para tanto.
Uma nação só desponta e se impõe pelo valor do seu povo; a cultura intelectual constitui o alicerce e a base de todo o progresso.  Somos um povo em formação e, pelos caminhos da aglutinação demográfica, o único realmente indicado para distinguir-se entre os demais pelos valores que resultam do caldeamento de bilhões de indivíduos espalhados pelos mais recônditos vilarejos do mundo.
Não lutamos por sobrevivência, que isso nos está sobejamente assegurado com a grandiosidade e qualidade do espaço territorial com que fomos brindados pelo Criador do Universo; o que nos falta não são poetas, sonhadores, que os temos em grande quantidade, mas indivíduos culturalmente preparados, conscientes dos meios à sua disposição para vencerem a batalha do analfabetismo e da carência de condicionantes de válida atuação.
Dalila Balekjian faz parte de uma classe de poetas que não apenas sonha, embalada pela beleza das formas, mas ela se vê “ caminhando / com a cabeça cheia de idéias / as palavras escorrendo pelo corpo / como sangue quente nas veias / procurando interrogações / questionando respostas / soltando seus medos”; ela se olha no espelho, sente e participa ; e não se reconhece como simples pessoa: empenha-se em colher sonhos e esperanças na conquista de alegrias para do vazio, com seus poemas, criar vida.
Pertencente a uma brilhante estirpe de literatos e artistas, Dalila assegurou sua posição em nossos meios acadêmicos, demonstrando capacidade, dedicação e disposição para alcançar as metas sonhadas – não apenas por ela mas por todos que, integrando uma pequena parcela, sentem-se em condições de lutar com denodo pelas suas aspirações culturais, certos de que, somente com luta e dedicação, verão cristalizados os seus objetivos para, afinal, o Brasil assegurar sua posição junto às principais potências do universo continental.
F. SILVA NOBRE
Presidente da CONFEDERAÇÃO DAS ACADEMIAS DE LETRAS E ARTES DO BRASIL
 
 
 
 
contracapa
 
 
"Sua poesia me conquistou assim qua a li pela primeira vez e , quase imadiatamente , convidei-a para ser uma delas de Todas Elas , evento da APPERJ que , na época , ano 2005 , apresentávamos na Barra da Tijuca , Rio de Janeiro . Poeta Contemporânea , atuante , divulga arte da poesia na internet , promovendo concursos , incentivando novos talentos ; cumpre sua missão . Constrói os poemas "tijolo por tijolo" (como em Palavras"...as palavras falam-por mim/ ritmos sons/só letras/pretas/coladas ou soltas...")Palavra sustentando palavra , em construção arquitetônica cuidadosa, harmônica. Em seu livro de estréia , a voz poética de Dalila nos revela a intensidade do olhar de poeta sobre o ouotro e sobre si mesma.
Em opção , quando ela diz " ´é domingo, / minha alma acorda e sai dos lençõis" o encantamento cresce na identificação da alma feminina , pulsante, de Dalila Balekjian.
Seus poemas são para ser lidos calmamente , deixando a sonoridade de sua poesia tomarconta da alma : especialmente em tardes reflexivas, daquelas que prenunciam noites de calmaria interior(como a de hoje).
 
 
Marcia Leite "
 
 
 
 
orelhas
 
" Forte cumplicidade levou-me à leitura de " meta morfoses " , livro de estréia de Dalila Balekjian. Cúmplice me sinto em aceitar de coração aberto , a conteudística aliada a um profundo sentimento presente nos poemas de Dalilla .
Na arte de verseja , não estamos falando de uma estreante , a autora tem sido premiada em vários concursos de poesias promovidos pelas Academias de Letras do Rio de Janeiro e por outros estados , sendo inclusive membro efetivo de inúmeros sodalícios e de associações culturais ligadas ao gênero .
Insurge-se agora na poesia moderna com estilo próprio e marcante de dizer o que vai na alma .
Visível o amargo e o doce dos caminhos por ela percorridos , prova concreta de um amadurecimento poético :
" ... andoi noturna /um pouco soturna /roendo vontades / não sei de quê / ardendo saudades / não sei de quem /ando pesada / sonhando levesas / pisando estranho/ ..."  19/11/07     excluir dalila balekjian 
" Em sua poesia uma força estraordinária , criativa , por sentir-se mais livre o que vale dizer mais expontânea , mais integrada em si mesma e em tudo que ama decantando até os momentos de descanso frequentes na alma do poeta .
A beleza de sua poesia aí está , impondo-se sempre de forma autêntica :
" sou vento / sou chuva / curva fechada / moldando caminhos / portas e janelas / acabei de fechar /e no muro pintei : / : fui-me embora "
" meta morfoses " é obra maior por possuir um alto nível de elaboração , resultado sobretudo de um ato consciente , sentido , sofrido , em estilo personalíssimo .
A intuição verbal transmitida por Dalilla Balekjian nos leva a meditar , para logo depois nos comover intensamente .
Vocês leitores , certamente irão constatar todas essas acertivas e por uma questão de honestidade , devo confessar encabulada :
' Gostaria de ter escrito esses poemas !"
Messody Benoliel "